Nascido a 08 de Julho de 1962, algures prós lados de Gaia.

Aos 7 anos, mais ou menos, começou a aprender piano numa professora particular que atirava com a tampado piano para cima das mãos à primeira nota errada.(pelo menos desta parte lembro-me). Aos 13 anos, para impressionar as miúdas, tocava ‘Samba pa ti’ e ‘Evil ways’ (no orgão )e dava resultado. Depois destas impressões todas, formou um grupo chamado Zema, nome inspirado nas letras dos nomes Próprios dos elementos da banda.

Um dia foi convidado pelo Sérgio Castro para tocar nos Trabalhadores e assim começou uma carreira musical mais séria passando pelo Arte & Oficio, Luís Portugal e Blues Hotel grupo que integra actualmente. Em 90 abre no Porto um estúdio de gravação (que bela ideia) o qual mantem hoje dedicado à produção de jingles e afins para as áreas da publicidade e multimédia.

Nascido em Matosinhos a 2 de Julho de 1950, Alvaro Manuel Cunha Azevedo cedo mostrou o seu gosto pela música, alvoroçando a cozinha com concertos de tachos e panelas percutidos por garfos e colheres. Outra das suas principias atracções consistia em pedalar na máquina de costura da mãe e sentir a poliritmia da mesma. A correia não podia saltar fora e isso fez dele o imparável homem do ritmo: como um relógio.

Aos 15 anos começou a tocar bateria em grupos da sua cidade natal, Matosinhos, e em 1967 passou a ser membro dos Pop Five Music Incorporated, um dos grandes grupos pop portugueses dos anos 60 que se dissolveria em 1972, após o ingresso de Azevedo no exército português para cumprir o serviço militar. Depois de uma passagem pela Guiné de Spínola volta a Portugal em 1974.

Em 1975 é convidado por António Garcez e Sérgio Castro para integrar a formação da super-banda Arte & Ofício, que integraria até 1982.

Em 1979 começa a alinhavar com Sérgio Castro as bases dos Trabalhadores do Comércio, no momento em que a Rádio Produções Europa, então a editora dos Arte & Ofício, tentava pressionar estes últimos a gravar em português.

Em 1984, volta a encontrar-se com A. Garcez e Sérgio Castro para integrar os Stick, grupo editado pela EMI.

Em 1985 vai viver para Vigo e com S.Castro monta os estúdios Planta Sónica, desenhados por Philip Newell. Com este último vai para o Reino Unido construir os Pink Museum Studios de Liverpool e em 1997 passou a gerir a programação da discoteca Estado Novo de Matosinhos.

Hoje em dia, continua a tocar com os Trabalhadores e tem um estúdio de gravação de audio (“Input Studio“), juntamente com o filho João Azevedo.

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