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Álvaro Azevedo

Bateria, Voz | Nascido em: 1950

O prazer de tocar

Foto: José Luis Sousa (Lusa)

Gandalf?

Foto: José Luis Sousa (Lusa)

De mais perto

Foto: José Luis Sousa (Lusa)

Concentração...

Foto: José Luis Sousa (Lusa)

SuperBock SuperRock

Sound check do SuperBock SuperRock, em meados dos 90.

Condução Perigosa

Primeiras fotos promocionais dos Trabalhadores em 1980

O presidente de todos os portugueses

Num concerto da campanha eleitoral de um candidato à Presidência da Republica (das bananas?)

Clapham Junction

No exterior do estúdio de gravação de "Trips à Moda do Porto".

De perto, nos distantes anos 80

Ao vivo com os Trabalhadores do Comércio por alturas de 1981.

Nascido em Matosinhos a 2 de Julho de 1950, Alvaro Manuel Cunha Azevedo cedo mostrou o seu gosto pela música, alvoroçando a cozinha com concertos de tachos e panelas percutidos por garfos e colheres. Outra das suas principias atracções consistia em pedalar na máquina de costura da mãe e sentir a poliritmia da mesma. A correia não podia saltar fora e isso fez dele o imparável homem do ritmo: como um relógio.

Aos 15 anos começou a tocar bateria em grupos da sua cidade natal, Matosinhos, e em 1967 passou a ser membro dos Pop Five Music Incorporated, um dos grandes grupos pop portugueses dos anos 60 que se dissolveria em 1972, após o ingresso de Azevedo no exército português para cumprir o serviço militar. Depois de uma passagem pela Guiné de Spínola volta a Portugal em 1974.

Em 1975 é convidado por António Garcez e Sérgio Castro para integrar a formação da super-banda Arte & Ofício, que integraria até 1982.

Em 1979 começa a alinhavar com Sérgio Castro as bases dos Trabalhadores do Comércio, no momento em que a Rádio Produções Europa, então a editora dos Arte & Ofício, tentava pressionar estes últimos a gravar em português.

Em 1984, volta a encontrar-se com A. Garcez e Sérgio Castro para integrar os Stick, grupo editado pela EMI.

Em 1985 vai viver para Vigo e com S.Castro monta os estúdios Planta Sónica, desenhados por Philip Newell. Com este último vai para o Reino Unido construir os Pink Museum Studios de Liverpool e em 1997 passa a gerir a programação da discoteca Estado Novo de Matosinhos.

Hoje em dia, continua a tocar com os Trabalhadores e tem um estúdio de gravação de audio ("The Vault"), juntamente com o filho João Azevedo e mais dois sócios , os DJs Peter G e Mister M. A Audimarket, empresa proprietária do estúdio, também se dedica á venda e aluguer de equipamento sonoro e de imagem. 

 
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